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A influência da Saúde Financeira na Saúde Física e vice-versa.

Neste artigo iremos nos concentrar em alguns aspectos, que são na verdade temas que são estudados pela Organização Mundial de Saúde, referentes a relação forte que existe entre as saúde física, financeira e mental.

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As discussões sobre os impactos das dificuldades financeiras, falência de empresas, descontrole financeiro na queda considerável da qualidade de vida e da saúde da população, vem sendo travadas há muitos anos.

Identificou-se claramente nos estudos realizados, que problemas financeiros afetam também em um grau elevado as relações sociais, e por consequência acabam afetando também a saúde física e mental.

 A saúde é "um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou doença" (Organização Mundial da Saúde, 2001). Esta definição de saúde articula a interconexão entre o apoio social, as relações interpessoais e a saúde geral e o bem-estar.

Embora a conexão entre as relações sociais e a saúde emocional, financeira e psicológica tenha sido bem documentada, a literatura mais recente também se concentrou na conexão entre as relações sociais e de saúde física (Valliant, Meyer, Mukamal e Soldz, 1998) .

Esta pesquisa mostrou que certas características das relações servem como funções de proteção contra doenças físicas. Essas características incluem "proximidade familiar e conectividade, habilidades de enfrentamento centradas na família, organização clara da família e tomada de decisão, e comunicação direta" (Fisher & Weihs, 2000, p.562).

Neste contexto, é de grande importância e influencia o tipo de relação que a pessoa tem em casa com seus familiares. É relativamente comum acontecer situações onde o Pai ou Mãe, ou a pessoa que é o sustento da família, quando enfrenta uma situação financeiramente complicada, seja por falta de educação financeira ou por algum outro fator (desemprego), esconda essa situação do resto da família, resolvendo enfrentar tudo sozinho e calado.

Essa falta de abertura e confiança no resto da família coloca a pessoa em uma situação muito complicada, pois além dos problemas financeiros, acaba ficando sem apoio emocional dos seus entes queridos, isso pode parecer não ter muita importância para algumas pessoas, mas causa um impacto tremendo na saúde emocional da pessoa, gerando até consequências físicas.

Confirmando o que acabamos de falar, as características que demonstraram aumentar o risco de doença são a falta de apoio social, hostilidade, crítica e culpa dentro da família, perfeccionismo e rigidez da família e a presença de psicopatologias (Fisher & Weihs, 2000; Nyamthi, Wenzel, Keenan, Leake e Gelberg, 1999).

Veja alguns exemplos

Um casal infeliz pode aumentar a probabilidade de que eles se enfermem em 35% e encurtem sua vida em uma média de quatro anos (Gottman e Silver, 1999).

As crianças que crescem em casamentos em dificuldades tendem a ter níveis mais elevados de estresse crônico, resultando em um aumento das doenças físicas (Gottman e Fainsilber Katz, 1989)

Existe uma quantidade significativa de pesquisas que fundamentam a relação entre o apoio social e o desenvolvimento, o surgimento e / ou recuperação de várias doenças físicas. Por exemplo, a falta de suporte social efetivo e relações interpessoais têm sido associadas a doenças cardíacas, diferentes formas de câncer, epilepsia, doença inflamatória intestinal e artrite.

Bem, exemplos não faltam e acho que você já entendeu a questão que estamos debatendo aqui, que é a saúde integral do ser.

Mas e agora, o que fazer?

O tema central deste blog é exatamente este, em vários outros artigos já falamos muito sobre dicas e formas de você se educar financeiramente para evitar todo esse estresse que é ficar endividado, sem dinheiro para nada, e ainda mais se não tiver apoio emocional.

Porém a mensagem desse artigo aqui vai um pouco mais fundo, um pouco mais além em uma viagem para dentro de você mesmo.

Estamos falando de saúde, certo?

E aqui vai um depoimento muito pessoal mesmo, porque passei por isso e sei exatamente o que estou falando.

Quando estamos em crise, seja ela financeira, emocional, ou de qualquer outra ordem, uma das ultimas coisas que pensamos é em cuidar da saúde.

Muito pelo contrário, acabamos descontando na comida, na bebida, ou em outros vícios como o cigarro, e infelizmente em alguns casos até nas drogas.

Eu vivi por anos assim, não conseguia controlar as finanças, estava sempre no vermelho, acabava me consolando em copos e mais copos de cerveja e vinho, é triste eu sei, mas estou confessando isso aqui para você com o intuito de te alertar e mostrar que nem tudo está perdido.

Na verdade antes de começar a procurar ajuda para a questão da minha total falta de educação financeira, comecei a procurar por algo que me ajudasse a ter disciplina e força de vontade suficiente, para corrigir tudo que eu achava que estava errado em minha vida.

Foi ai que eu conheci um processo chamado “Coaching”, já ouvi falar sobre isso?

Participei de um seminário de Coaching de um final de semana e isso foi um divisor de aguas em minha vida, este assunto é muito extenso e vou escrever outro artigo só falando sobre isso, e vou me ater aqui ao que ponto que está relacionado com Saúde Física x Saúde Financeira.

Um dos pilares que aprendi neste seminário de coaching é o cuidado que precisamos ter com nossa saúde.

Assim com a área das finanças, está era uma área de minha vida que estava precisando urgente de cuidados (exames alterados, problemas de coluna, gordura no fígado, e etc).

Depois de muito adiar, e por livre e espontânea pressão da minha família ( principalmente minha filha mais nova), fiz então um pacto comigo mesmo e resolvi mudar ou pelo menos melhorar um pouco a minha saúde em 10 semanas.

Foi difícil sim claro, mas por ter focado nisso, e por ter aprendido a pensar positivamente (essa foi uma das coisas mais importantes que aprendi no Coaching) , consegui ao final de 10 semanas emagrecer quase 20 quilos.

Mas o que isso tem a ver com Saúde Financeira?

É ai que entra a grande sacada (na verdade não foi nenhuma descoberta milagrosa, eu já tinha lido muito sobre isso, mas nunca tinha levado a sério).

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Durante essas 10 semanas, e ainda faço isso até hoje, me comprometi a praticar atividade física por pelo menos três vezes na semana, não consumir bebidas alcoólicas durante todo esse período e aderir de vez a um programa de reeducação alimentar (minha esposa é nutricionista e estava tendo fazer com que eu melhorasse minha alimentação desde que havíamos nos casado há 20 anos).

Mas não foi só isso...

Hoje em dia também podemos contar com um auxilio poderoso que a ciência e a indústria alimentícia vêm nos oferecendo, que são os suplementos naturais.

Por recomendação do próprio médico (minha esposa já havia me falado sobre isso também, levei mais um puxão de orelha dela por isso...rs...), comecei a utilizar suplementos naturais para auxiliar na perda de peso, e no caso o que mais me ajudou foi um queimador de gordura chamado Green Coffee, que são cápsulas feitas com o extrato 100% puro dos grãos do café verde, e por não passar pelo processo de torra, preservam muitas propriedades importantes que auxiliam na aceleração do metabolismo e em consequência na perda de peso, e por ser natural não tem contra indicações como acontece com os medicamentos controlados para emagrecimento ( também já tinha tomado alguns deles e não foi nada agradável) .

A grande descoberta, que na verdade não é nenhum segredo, cansamos de ouvir isso, mas não damos importância, é que com o meu corpo funcionando melhor, minha mente ficou como se estivesse em um estado de êxtase.

Além da clareza mental, memória mais eficiente, e da velocidade com que conseguia processar tudo que exigia de esforço mental (trabalho, estudos, etc), fiquei muito mais otimista, me sentido mais leve, e com ideias novas que começaram a fluir na minha mente, espaço que antes era ocupado basicamente com preocupações e frustrações.

E foi nessa época que eu, me sentindo mais confiante e disposto a resolver todos os problemas que tinha na vida (se tinha vencido uma luta de mais de 20 anos contra a balança, comecei a sentir que poderia fazer muito mais), resolvi pesquisar sobre como controlar as finanças, e descobri que existe sim como adquirir “Educação Financeira”.

Bem o resto você já sabe, já deve ter lido em outros artigos aqui no blog...

Neste aqui procurei te mostrar como eu consegui força e disposição para enfrentar muitos problemas que tinha na vida e um deles foi melhorar minha saúde física, mental e financeira.

Então, viu com os assuntos estão interligados? Não adianta cuidar só da saúde financeira ou só da saúde física, o ser humano é integral e precisa ser cuidado como um todo.

Espero que esse meu depoimento possa te ajudar e te inspirar a começar hoje mesmo a realizar todas as mudanças que você precisa e quer fazer em sua vida.

Desejo de coração que você consiga.

Ter controle financeiro sobre o seu dinheiro o ajudará a reduzir o estresse diário, e também servirá de base para gerenciar o capital da sua empresa, caso você seja ou pretenda ser um empresário.

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Você é como a maioria dos empreendedores, você provavelmente deve dividir seu tempo entre gerenciar sua equipe, obter vendas, melhorar o atendimento ao cliente, promover seu negócio e criar novos produtos ou serviços. A última coisa que você deseja adicionar a esta mistura é o cuidado de suas finanças pessoais (que horror!). No entanto, se você não tem as suas finanças em ordem, você está apenas adicionando mais caos e estresse à sua vida ... você percebendo ou não.

Estas 7 dicas permitirão que você se assegure de que suas finanças pessoais estão em ordem antes de continuar a expandir sua empresa. Coloque-as em prática e assegure sua estabilidade econômica (e também emocional).

1 - Educar-se

Reserve algum tempo para ler sobre finanças pessoais. Cada semana, programe compromissos de "dinheiro" com você e gaste algumas horas gerenciando suas finanças pessoais e lendo livros, revistas, sites ou blogs financeiros. Quanto mais você aprender sobre suas próprias finanças, mais confiança você terá na gestão do seu dinheiro no longo prazo.

Se você precisar de mais ajuda, considere contratar um coaching financeiro para ajudá-lo a criar um plano financeiro para atingir seus objetivos.

2 - Verifique seu Credit Score regularmente

Seu Credit Score é como um histórico pessoal de seu crédito. Ele basicamente diz aos credores o quão arriscado você é, e se eles devem ou não emprestar-lhe algum dinheiro. Quando se trata de comprar um carro ou uma casa, é desejável que seu Credit Score esteja em excelente forma, para que você possa se qualificar e conseguir boas taxas.

Desenvolva o hábito de consultar periodicamente seu histórico de crédito pelo menos uma vez por ano para confirmar que tudo está em ordem. Faça isso em uma data especial (como seu aniversário) para que seja fácil para você lembrar e acompanhar. Você pode verificar seu histórico de crédito com o gerente do seu banco.

3 - Faça um orçamento

Embora isso pareça muito básico, muitas pessoas e empresários não têm um orçamento adequado para monitorar suas receitas e despesas mensais. Você pode usar ferramentas digitais como aplicativos para monitorar suas finanças pessoais ou simplesmente uma planilha no Excel. Não importa qual opção você escolher, certifique-se de que se adapta ao seu estilo de vida.

Se você realmente deseja equilibrar suas finanças e assumir o controle, você deve gastar tempo e energia para atualizar seu orçamento todas as semanas. Isso ajudará a garantir que você não gaste mais do que você ganha e que você pode economizar para atingir seus objetivos financeiros.

4 - Automatize suas finanças

A tecnologia facilita a tarefa de gerenciar as finanças todos os dias. Certifique-se de que a maior parte do processo é automática. Você pode usar transferências automáticas on-line ou pagar suas contas online todos os meses, ou colocar grande parte delas no débito automático. Isso irá ajudá-lo a não se estressar em pagar suas contas no prazo e gerar juros ou taxas extras por atraso nos pagamentos.

Se você está preocupado com a automação do pagamento de suas contas, você pode configurar alarmes no seu calendário (no seu computador ou smartphone) para lembrá-lo dos pagamentos. Quanto mais você conseguir automatizar suas finanças, menos preocupações você terá diariamente.

5 - Pagar dívidas

Faça um plano para pagar todas as suas dívidas o mais rápido possível. Comece por fazer uma lista de todas as suas dívidas (cartões de crédito, financiamentos do seu carro, da casa, crédito pessoal, créditos educacionais, etc.). Inclua o saldo atual para quitação, o pagamento mensal e a taxa de juros. Em seguida, verifique seu orçamento para determinar quanto dinheiro você reservar para quitar alguma dessas dívidas.

A partir daí, você pode fazer pesquisas sobre estratégias para reduzir dívidas, para que você tenha certeza que está pagando da maneira mais eficiente possível. Quando você está trabalhando na redução de uma dívida, é importante que você tenha um "colchão" para pagar quaisquer emergências ao longo do caminho.

6 - Construa seu próprio colchão

Ter um colchão de dinheiro é uma parte essencial de suas finanças. Ele permite que você use o dinheiro para pagar despesas imprevistas ou emergências que possam aparecer no seu cotidiano, em vez de aumentar sua dívida.

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Tanto pessoa física como empreendedor, é conveniente que você tenha um colchão de seis a 12 meses de suas despesas fixas. Isso permitirá que você pague contas pessoais e não se preocupe se por algum motivo você tenha sua renda mensal reduzida.

7 - Investir fora do seu negócio

Embora seja muito importante que você sempre invista em si mesmo e em seu negócio, você não deve ter "todos os ovos na mesma cesta". A diversificação é extremamente importante, pois reduzirá seu risco de investimento no longo prazo. Trabalhe com um planejador financeiro para criar uma carteira de investimento de longo prazo que inclua ações e títulos que se alinhem com suas próprias metas financeiras e sua tolerância ao risco.